Você vem fazendo bom uso das perguntas no seu dia-a-dia?

Por 5 de agosto de 2015 Destaque Sem comentários
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Essa semana me peguei lendo um texto da menina do Vale, a brilhante Bel Pesce, sobre a nossa predisposição por fazer perguntas. Pode parecer, em um primeiro momento, algo bem banal, mas se realmente parar um segundo pra pensar, me diga, você faz todas as perguntas que gostaria/deveria todos os dias? Tenho certeza de que não – porque eu também não faço. O que me fez conversar sobre esse texto da Bel é que ela é uma empreendedora brilhante, logo a conversa dela era com jovens empreendedores, mas não vejo o menor problema em estender isso a todos os jovens que acessam o Mídia, por exemplo. Sejam eles empreendedores ou não, essa reflexão sobre as perguntas que fazemos – ou não -, ao meu ver, é válida para todos. Perguntar é uma forma de, não apenas mostrar interesse, mas de crescer.

Perguntar é uma forma natural de curiosidade, interesse e desenvolvimento. É algo que até o mais brilhante dos CEO’s preza e faz diariamente – eu diria até que especialmente os CEO’s e grandes líderes fazem isso. Por esse motivo chegaram aonde estão. Fazer perguntas engrandece o homem – como a Bel Pesce disse em seu texto -, ajuda no desenvolvimento e na evolução profissional e pessoal. Além disso, faz com que você consiga compreender melhor a situação, problema ou oportunidade, possibilitando com que se faça uma ação mais coerente com o que o momento pede. E o melhor, é uma ferramenta gratuita! Já está contigo. Aliás, você a utiliza desde de criancinha, que com certeza foi a época que mais utilizou dela – a famosa fase do ‘por que?’ ou ‘da onde vem isso?’. Então, o primeiro exercício é simplesmente pensar, por que parou de usar a ferramenta da pergunta? Ou melhor, por que sente medo de usá-la em algumas ocasiões? Entender isso é o primeiro passo para voltar a manipular essa ferramenta com mais precisão.

Depois de entender o motivo de estar se poupando de utilizar a pergunta no seu cotidiano – que 90% das vezes é por medo de ouvir um não -, vale seguir para o segundo passo. Essa última etapa é bem fácil. Basta colocar de vez na cabeça que fazer perguntas não é uma maneira de desafiar a outra pessoa, ou de atacar uma ideia. Pelo contrário, perguntar sobre alguma coisa mostra que você está prestando atenção no assunto, que quer entender melhor sobre ele – para fazer uma colocação precisa e útil – e, também, uma maneira de descobrir pontos a serem melhorados. Para que se possa colaborar de uma maneira positiva e construtiva, seja em qualquer coisa que esteja contribuindo, é preciso entender a situação e cenário que te envolve. É preciso não ter dúvida nenhuma. E só não se tem dúvidas quando se pergunta. Por tanto, não tenha medo, pergunte. Não tenha medo de ouvir um ‘não’, porque se ficar em silêncio você já o terá. Então tente fazer a diferença, vá em busca de um ‘sim’! O máximo que pode acontecer é você fica no mesmo lugar onde está, com um ‘não’. Sempre – sempre mesmo – vale a penas perguntar. Lembre-se disso.

Quando éramos crianças não tínhamos vergonha em perguntar sobre tudo que não entendíamos, mas, por alguma razão, ficamos mais tímidos quando crescemos e acabamos não fazendo todas as perguntas que gostaríamos/deveríamos – e isso pode resultar em erros, complicações ou insucessos. O que posso passar a vocês, do que aprendi lendo o texto da Bel, é que não se deve ter medo, em nenhum momento, de perguntar. Isso vai te ajudar a crescer em todos os âmbitos e te ajudará a chegar aonde você tem potencial de chegar. Aproveito para acabar o texto com as precisas palavras de Bel Pesce: “Medo de perguntar é uma autossabotagem. Quem pergunta tem 50% de chance de ter um sim e 50% de ter um não. Você não pergunta porque teme a negativa. Mas isso não dá nenhuma chance ao sim. Você fica com 100% de certeza de levar o não – que era o que você já tinha antes.”

 

Fonte: Midia Públicitária

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